It felt good to have you back again. YOU, as I got to know you, with your tenderness, your generosity, your patience and endless smile.
It's good to have you close to me, just for me, once in a while. Our chats make me go back... Sometimes I wish time had stopped...
C'mmon throw it!
SHAKE AT HIS BEST!
Sunday, September 21, 2008
IT FELT "AMAZONICALLY" GOOD
Saturday, August 30, 2008
La escritura es una larga introspeccíon...
Wednesday, August 27, 2008
SPEAKING ABOUT FAMILIES
While I was thinking about all this family scenario I got texted by my mum.
The beginning of the sms read: "Bom dia, meu amor! Já cá estás a fazer falta."
FAMILIES 3
It starts sounding as though I'm writing a soap opera but trust me it's all true and I can't resist to it!
Today, typically at 12 which is still the time Spaniards insist on arriving to the beach, there they were again right next to me. except today there were 8, yes 8 chairs! well, 8 chairs if you're in Spain are equivalent to at least two entire families - and yes, like Holmes my predictions were right. Today along with the three generations I had seen the day before there came the men and a fourth generation.
So, all of a sudden there were like a bunch of almost twenty people in that kind of "Stonehenge" position. Want to see what the family concept is like? come to Spain. Like it or not they know how to live it.
Tuesday, August 26, 2008
FAMILIES 2
Here we go once again...
While I was at the beach today, surrounded by lots of people, there they came...
Each of them holding their chairs: Grandmother, mother and two children. They all sat facing each other as if they could ignore all the chit chat around them. Some were facing the sun with their backs to the sea, others were half way as if not wanting to miss a thing.
When you looked at them it definitely looked like a family reunion. This is Spain. Had I still my Grandmother and we would probably be doing the same. Love you Grandma!
Monday, August 25, 2008
FAMILIES
There are many reasons that make me feel deeply attached to Spain. No, I have no family there but sometimes I wish I had or else that everybody would move :)
Across Europe many things have been changing, which is natural, but there are some that should never change. Every time I’m back in Spain I can’t stop but feeling this sweet and comfortable sensation of having found the place where I would like to raise a child. Here, despite every thing that keeps happening like everywhere else, you still see couples with all their children (usually more than 2 :P). Every evening I go out and see people who are proud of who they are, who take their children out for dinner, who go happily for a walk.
Ok, we also have this somewhere, I'm not quite sure where though… But it’s just not the same!
Thursday, August 14, 2008
Out in the Amazon again
Saturday, July 26, 2008
Les Amours d'Astrée et de Céladon
Friday, July 25, 2008
ARTIGO DE NUNO MARKL P/ OS TRINTÕES
A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida. E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo? A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul. Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos:Ele nunca subiu a uma árvore! E pior, nunca caiu de uma. É um mole.
Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.
Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos.
Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.
Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra.
Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.
Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros.
Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído.
Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos.
Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo.
Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia.
E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade?
E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto.
Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.
Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.
Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.
É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.'
(Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!)
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